Percursos

Percurso pedestre “Rota das Tradições do Xisto”

Tipo Circular
Extensão 9,2 km
Duração Aprox. 4 horas
Dificuldade Média
Altitude entre 600 metros (Pena) e 770 metros (Aigra Velha)
Acesso Pena – Góis
Sugestão de Partida e Chegada aldeia da Pena
Sinalização Sinalizado segundo as normas internacionais
Época aconselhada Primavera / Verão (horas mais frescas) / Outono / Inverno

Percurso pedestre “Pelos Penedos de Góis”

Tipo Linear de ida e volta
Extensão 5 km aprox
Duração Aprox. 3 horas
Dificuldade Fácil / Média
Acesso Pena – Góis
Sugestão de Partida e Chegada Ponte da aldeia da Pena
Sinalização nenhuma – o percurso não oferece dúvidas seguindo o caminho mais coteado
Época aconselhada Primavera / Verão / Outono

O percurso, inicia-se num pequeno trilho, situado do lado direito da estrada, a cerca de 250 metros da ponte sobre a ribeira da Pena, à direita. O caminho proporciona-se para diversas paragens, não só para descansar, mas também usufruir das magníficas paisagens que nos são proporcionadas, quer sobre a aldeia da Pena, quer sobre o magnífico vale da Ribeira da Pena ou sobre o Trevim.
A primeira parte do percurso, até ao cimo dos soutos, é sem dúvida o mais interessante em termos paisagísticos. Passado esses soutos o caminho leva-nos até à aldeia dos Povorais, a uma altitude de 850 metros, que faz desta aldeia a mais alta de todo o concelho de Góis. O caminho de regresso é o mesmo caminho realizado na ida.

Percurso Pedestre das Levadas

Tipo Circular
Extensão Aprox. 2,5 km
Duração Aprox. 1 hora
Dificuldade Fácil
Acesso Pena – Góis
Sugestão de Partida e Chegada Ponte da aldeia da Pena (trilho com sinalética verde e branca).
Sinalização primeira parte do percurso (jusante para montante): sinalização verde e branca; segunda parte do percurso (montante para jusante): sinalização amarela e vermelha;
Época aconselhada Primavera / Verão

A aldeia da Pena é servida por duas levadas que, no pico do Verão, abastecem a aldeia e a agricultura praticada pelos seus habitantes em grande abundância. Esta disponibilidade de água é sem dúvida uma das grandes riquezas desta aldeia.
É aproveitando o curso destas duas levadas que se sugere este percurso, que decorre sempre ao longo da ribeira da Pena sempre em terreno praticamente plano e sem grandes dificuldades.
Para que não haja possibilidades de qualquer engano no percurso, aconselha-se que o percurso se inicie pelo lado da levada do lado direito da ribeira da Pena. O percurso inicia-se logo a seguir à ponte da aldeia da Pena num pequeno trilho do lado direito de declive acentuado localizado entre o castanheiro centenário e o depósito do lixo. Este trilho vai-nos conduzir até ao fim da levada (grande parte do percurso é subterrânea). No final da levada iremos encontrar a respectiva represa que nos possibilita um óptimo local para pic-nic e, nos meses mais quentes, para um excelente banho de rio num extenso lençol de água.
Encontrada a represa teremos de atravessar o rio, de pedra em pedra (atenção à existência de rochas bastantes escorregadias devido aos limos que alojam), para subirmos por uma pequena vereda que nos vai levar quase de imediato ao caminho da outra levada. Encontrado esse caminho apenas teremos que seguir o curso desta segunda levada até chegarmos à aldeia da Pena, proporcionando-nos um excelente enquadramento da aldeia tendo como cenário natural os Penedos de Góis.

Percurso pedestre “Caminhada até à Pedreira”

Tipo Linear de ida e volta
Extensão Aprox. 2 km
Duração Aprox. 1 hora
Dificuldade Muito fácil
Acesso Pena – Góis
Sugestão de Partida e Chegada aldeia da Pena
Sinalização nenhuma – percurso não oferece dúvidas seguindo a estrada asfaltada
Época aconselhada Todo o Ano

Trata-se do caminho pedestre mais fácil de efectuar que se inicia logo após a ponte da aldeia da Pena e nos vai conduzir, sempre por estrada alcatroada, até à antiga britadeira. Trata-se de um percurso acessível a pessoas de mobilidade reduzida, bem como a carrinhos de bebé.
Embora seja bastante fácil de efectuar, trata-se de um percurso espectacular que permite apreciar o enquadramento da aldeia da Pena, o vale da ribeira da Pena e alguma da flora da região. Chegados à britadeira a paisagem será indescritível, capaz de nos suster o folgo junto dos abruptos precipícios que se nos depara.
Este percurso será igualmente possível ser efectuado à noite, onde a britadeira nos reserva um local ideal para observarmos o universo (estrelas cadentes são facilmente visíveis) – “Sky Watching”.

Pena > Lousã > Trevim (alto da Serra da Lousã) > Pena

Sair da Pena até à Lousã. A partir da Lousã, seguir por estrada em alcatrão pela N 236 (estrada que liga a Lousã à Castanheira de Pêra), podendo então visitar a Cerdeira (pequeno desvio em terra batida a partir da estrada principal) – a Cerdeira é uma das aldeias de xisto mais bonitas e interessantes de visitar e o Candal (tem uma excelente loja do Xisto com uma sala de chá bastante acolhedora).
No cimo da Serra da Lousã, cortar à esquerda para o Trevim.
O Trevim, a 1205 metros, é o ponto mais alto da Serra da Lousã. Não precisam de ir ao Trevim (mas poderão fazê-lo pois as vistas são bonitas): deverão cortar à direita seguindo as indicações do Santo António da Neve.
Irão então descer até encontrarem uma encruzilhada: o caminho a seguir será o da esquerda, que deverá indicar Góis (trata-se de uma estrada em terra batida). No entanto poderão fazer um pequeno desvio (seguir em frente) para visitarem a capelinha do Santo António da Neve e os Poços das Neves.
Se fizerem esse desvio, deverão voltar a essa encruzilhada e seguir em direcção a Góis.
Estando nessa estrada de terra batida, não tem qualquer problema: sempre em frente e a descer até à Pena. Pelo meio irão passar ao lado de outra aldeia do xisto ( a Aigra Velha). Deverão seguir sempre em frente (já deverão estar a ver os Penedos de Góis …. a Pena localiza-se mesmo lá em baixo no fundo do vale).
Quando acabar a terra batida e começar o alcatrão estarão na aldeia da Pena.
Com sorte poderão “tropeçar” nalgum veado (existem muitos na serra da lousã), esquilo, raposa ou javali ….. A Serra da Lousã reserva-nos sempre algumas surpresas.

Pena > Povorais > Santo António das Neves > Aigra Velha > Pena

Sair da Pena até à Ribeira Cimeira. Depois da ponte da ribeira cimeira tomar a estreita estrada que se nos depara do lado direito que nos irá levar até à Cerdeira e até à Póvoa, já na estrada Nacional nº 2.
Seguir na EN 2 em direcção à Pampilhosa da Serra. Deveremos sair na primeira cortada do lado direito que se nos depara e seguir as indicações até aos Povorais. A aldeia dos Povorais, a uma altitude de 800 metros, é a mais alta do concelho de Góis. É constituída por uma mistura de casas rústicas e casas algo descaracterizadas. A sua visita merece no entanto bem a pena pelas vistas que nos proporciona sobre o Trevim e Santo António da Neve.
A aldeia dos Povorais tem um único acesso de carro, razão pelo que teremos de repetir o caminho até encontrarmos um cruzamento. Nesse cruzamento, em vez de repetirmos o caminho já efectuado, deveremos cortar à nossa direita e seguir por estrada de terra batida até ao Santo António da Neve, onde nos reencontramos com estrada alcatroada. Chegados ao Santo António da Neve poderemos visitar a capelinha em honra de Santo António e os Poços das Neves .
Em seguida desceremos a encosta até encontrarmos um encruzilhada, onde deveremos cortar à direita em direcção a Góis.
Entramos então em estrada de terra batida. A partir daqui a estrada a seguir será sempre em frente e a descer até à Pena. Pelo meio iremos passar ao lado de outra aldeia do xisto ( a Aigra Velha). Encontrarão essa aldeia na única encruzilhada desde que entraram na estrada de terra batida.
Deverão seguir sempre em frente (já deverão estar a ver os Penedos de Góis …. a Pena localiza-se mesmo lá em baixo no fundo do vale).
Quando acabar a terra batida e começar o alcatrão estarão na aldeia da Pena.

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